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16
set
10

Robôs da ficção e seus problemas pessoais

Normalmente as pessoas chamam de robô aquelas pessoas que aparentemente não possuem coração, que são pessoas sem sentimentos e não ligam para nada, a não ser o que são mandadas para fazer. Porém a ficção está aí para quebrar estes paradigmas e te mostrar que os robôs, ciborgues, andróides podem até cair na depressão, ou se tornarem malucos por jogos de azar. Esta lista dividida em duas partes vai te mostrar alguns exemplos e quais são seus problemas afetivos, ou sentimentais.

HAL 9000 – 2001 – Uma odisséia no espaço

Responsável por todo o funcionamento da nave Discovery, seria na verdade mais um programa de computador do que um robô propriamente dito, sendo que aparece em uma câmera com lentes de luz vermelha. Possui inteligência artificial e é capaz de diferenciar as pessoas, falar normalmente, raciocinar rapidamente e interpretar as emoções humanas, porém o faz por ser programada para isso. HAL não possui depressão, não usou LSD nem nada, o problema de HAL é o mesmo das mulheres de malandros, faz aquilo que mandam fazer, e quando não sabem mais o que fazer, entram em pane e caem no mundo, HAL preferiu matar todo mundo.

T 800 – O exterminador do Futuro

Cyberdyne Systems Model 101, série 800, ou T 800 para os mais chegados, foi criado inicialmente com um propósito, encontrar e matar Sarah Connor, mãe de John Connor, líder da resistência humana contra as máquinas que tomaram o poder. Ciborgues revestidos com tecido vivo sobre um endoesqueleto metálico, pareciam com humanos, para matá-los após a aproximação, tudo isso sem sentir dor, caso machucados. O maior problema de um T800 é que só fazem aquilo que foram programados para fazer, e tudo que aprendem, faz apenas parte de seu sistema de aperfeiçoamento, ou seja, o T 800, aquele robô master que popularizou “Hasta La vista, baby” não passa de um comando do MS-DOS, para ser mais dramático.

R2D2 e C3PO – Star Wars

R2D2 era para ser apenas mais um droide astromecânico, responsável pela manutenção e navegação das naves em Star Wars, mas mais que isso, ele se torna o Jack Bauer da série sempre salvando seus amigos nas piores horas, descobrindo senhas em supercomputadores inimigos, consertando as naves no momento certo, ajudando o desastrado C3PO sempre que perde sua delicada cabeça, sem descanso algum! Tudo bem que é um robô, mas uma graxa como recompensa ia bem né.

Já C3PO é um ciborgue intérprete e especialista em relações sociais e fluente em 6 milhões de línguas e meios de comunicação, digamos ser um robô de pedigree, inseparável de seu fiel e namorado amigo R2D2. Eles não possuem um problema emocional, com exceção das boiolices de C3PO, mas tenho sérias dúvidas quanto a eles serem o primeiro casal ciborgue a estar em uma relação homoafetiva, regada a muito fio terra.

Robocop – Robocop o policial do futuro.

Alex Murphy era um policial exemplar, porém era fuxiqueiro demais,  e ao se meter no lugar certo, no momento certo, com a quantidade de amigos errada ( Nenhum ), foi fuzilado e morreu. Mas para a infelicidade de seus assassinos e dele mesmo, Murphy foi ressuscitado no corpo de um ciborgue batizado de Robocop. Com as diretrizes de servir à população, proteger os inocentes, cumprir a lei e não matar seus amigos policiais. Muito bem equipado com visão telescópica e térmica, mira computadorizada para não errar o alvo, espeto retrátil no punho direito para acessar computadores. Tudo isso seria melhor se não tivesse um problema. Robocop não esqueceu de sua família e vive com essas lembranças, tornando-o talvez o ciborgue mais infeliz da ficção.

Marvin – O guia do mochileiro das galáxias

Marvin foi criado com o mesmo objetivo de C3PO, ser um ciborgue super inteligente desenvolvido para servir o ser humano, dizer oi, colocar pedras de gelo no suco, abrir portas e escoltar visitantes sem opinar sobre suas roupas. Porém Marvel tem o cérebro do tamanho de um planeta e o inteléctuo de 4 Nietzsches, resultado? Um andróide paranóide que sofre de depressão, e despreza a vida. Marvin é um ótimo exemplo para aqueles que podem mais, porém não correm atrás de seus objetivos. Marvin ainda não se suicidou, porque é inteligente demais para isso.

Termina aqui a primeira parte destes infelizes seres vivos ( Há controvérsias ),tão mal entendidos pela humanidade. Logo postarei os 5 mais infelizes ou problemáticos. Fique online no Bordel Encantado.

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